MARIA LUIZA - Desmontando Palhares

Relato sobre Maria Luiza, acompanhante em Centro, Rio de Janeiro · por @Palhares

Me chamo Palhares. Sou casado, classe média, carioca típico, funcionário público e pai de família. Pareço super careta. Contudo, meu criador – Nélson Rodrigues, me qualifica como o "canalha que não respeita nem a própria cunhada". Ele afirma que represento o homem sem escrúpulos morais dentro do ambiente familiar e social. Ele tem razão. Sou o canalha honesto". Assumo minhas baixezas sem tentar disfarçá-las com discursos ideológicos ou falsos moralismos. Se cometo um erro ou traio por desejo, simplesmente confesso que não resisti. Esse foi o meu caso com Maria Luiza. Não resisti ao seu olhar moleque logo à primeira vista. Impressionante como apenas um olhar (especialmente um olhar feminino) pode transmitir tanta coisa, tantas sensações. Tenho um matadouro em Copa. Ele é equipado com tudo que é necessário a um bom desempenho de sua finalidade óbvia. O prédio é meio muquifo, digno da Babilônia, mas apropriado aos fins. Ao abrir a porta para atender Maria Luiza, eu olhava ligeiramente para baixo. Errei. Maria Luiza era mais alta do que eu. Corrijo a direção do olhar, e o que vejo ? Uma mulher imponente, bonita, com curvas perigosíssimas, parecendo bem segura de si, toda natural, zero maquiagem, com um sorriso brejeiro emoldurado por uma boca sensual pra caralho, na qual, sem conseguir disfarçar, passei a fixar meu olhar. Após beijo protocolar, ainda na sala, e já acomodada em um sofá, em conversa inicial Malu se mostra super simpática, muito inteligente e bem autentica, de bem com a vida, com zero vícios de linguagem, se é que me entendem. Sua risada é franca e contagiante; bem moleca. Sentado em frente a ela, com suas pernocas estendidas em meu colo, fico ouvindo suas histórias ao mesmo tempo em que vou acariciando tudo ao meu alcance. Malu está tomando um red bull com Chivas (+gelo de coco) que lhe ofereci .... a música de fundo é Chico. A certa altura, ao percorrer as curvas de uma de suas batatas de perna, me veio um tesão súbito, inexplicável. Sem qualquer constrangimento comunico a Malu minha situação, logo sugerindo: “vamos para o quarto?, bateu o maior tesão”. Ela nem pisca o olho - topa na hora. Nos deitamos debaixo de lençóis (estava friozinho) e começamos a nos enroscar baixo uma chuva de beijos. Malu tem um beijo doce, gostoso pra caralho, que vai se intensificando conforme o tesão se instala. Não dá outra. A coisa começa a esquentar pra burro. São mãos procurando coisas; coisas aguardando mãos, esquentando os tamborins. Daí para frente meu lado canalha se fixa naquela bunda, naquele verdadeiro monumento - infelizmente interditado, mas não necessariamente avesso a admiração e carícias. Malu ofega; sinal de que vai me exigir meteção, seu prato favorito. Não dá outra; assim que meu pau passa perto de suas mãos, é rapidamente capturado e por ela direcionado à sua ppka. Malu se transforma ao ser penetrada; suas reações deixam isso muito claro. Encharca rapidamente, geme, se mexe, se contrapondo aos meus movimentos, fica bem ofegante. É difícil segurar o tranco. Ela é muuuuuito gostosa ...... e linda. Não fosse a EPI, a essa altura o papai aqui já teria entregado os pontos. Daí em diante, entre pequenos intervalos voltados à minha ressuscitação, peço ajuda aos universitários e lanço mão do pequenino sugador preferido de Malu; seu noivo – brinca ela. Com ele recomeçamos a trepança - cabeças cheias de más intenções. Malu se transfigura. Parece uma loba no cio. Com uma mão se toca insanamente, com outra atraca meu pau e direciona minhas mãos para onde deseja que elas trabalhem. Na medida em que se aproxima seu gozo ela fixa um olhar assustado hora para mim, hora para o teto, tremelicando, gemendo alto. Quando Malu atinge seu clímax a cena é indescritível. Ela me carrega junto nessa viagem, esgotando tudo que posso lhe oferecer. Vejo estrelas. Retorno já programado para novo repeteco.

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