PAMELA WINSTON – UM CONTO DE FODAS

Relato sobre Pamela Winston, acompanhante em Centro, Rio de Janeiro · por @Spock

Data Estelar 61309.9 Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave Estelar NCC-1701 Enterprise — Senhor Spock!! O senhor está há um tempão sem vir me pesquisar! — Ah, não! Até tu, Tenente Pamela? — Ora bolas... O que eu posso fazer? A culpa é toda sua! — Irei resolver isso... Mas... O que você fez com seus cabelos? — Gostou? Mega hair! Agora tô com cabelão! Gostou da roupinha também? — Novo uniforme esse? Essa lingerie verde clara ficou um tesão em você, sua tesuda... Arr... Humm... Ahn... Desculpe. — Desculpo nada, seu safado! — Tenente Pamela, isso tudo me deu uma ideia. Me encontre no Holodeck! Antes de ir para o Holodeck, passo na biblioteca da nave e pego um livro que me veio à cabeça assim que vi o novo visual da Tenente. Ele seria a base para uma nova aventura. — Computador! Carregar simulação "Rapunzel Winston". Utilizar este livro terráqueo de conto de fodas, digo, de conto de fadas para incrementar o cenário e a ambientação. Iniciar! Iniciando a aventura "Rapunzel Winston" O Holodeck começa sua simulação hiper-realista, transformando o cenário em um belo jardim com uma alta torre de pedras sem porta de entrada, com apenas uma única janela no seu ponto mais alto. Eu olho para esta janela e anuncio a minha chegada para Rapunzel Winston. Nada. Então sou obrigado a gritar. Do alto da torre ela me joga suas longas tranças para que eu possa com elas subir até sua alcova. Rapunzel Winston, estou cheio de tesão! Jogue-me suas tranças! Escalo os 8 andares da torre e chego esbaforido e exausto aos seus aposentos, ainda mais depois de um longo dia de trabalho cansativo e entediante na Ponte de Comando da Enterprise. Mas a visão de Rapunzel Winston, linda e exalando sensualidade, imediatamente me faz esquecer de tudo mais ao meu redor. Meus pensamentos agora são voltados única e exclusivamente para ela. Ela me recebe com beijos quentes e úmidos. — Spock! Estava cheia de saudades, amiguinho! — Eu também, Rapunzel! Vamos recuperar o tempo perdido! — Fala mais alto!!! — Oi? — Tô meio surdinha hoje... — EU TE QUERO, RAPUNZEL!!! — Oh, Romeu!... — Ahn? Quem é Romeu? — Oh, seja meu! Seja meu!... Foi isso que eu disse! — Sei... — Para de bobeira e vem cá! E ela me beija apaixonadamente. Respire fundo, reúna suas forças e vamos pra luta! Jogo Rapunzel Winston na cama e pulo para o meio de suas pernas, direto para seu centro de prazer. Sua pepekinha, com pequenos tufinhos, é deliciosa de se chupar. A temperatura do quarto sobe à medida que nossa excitação aumenta. Rapunzel rebola em minha boca, geme alto – ela não tem vergonha –, me xinga, me agarra, até que goza, tremendo. E ela quer mais. Me beija, me lambe, me chupa todinha, Spock! Coloco uma vestimenta em meu cacete e parto para cima de Rapunzel Winston. Sua pepeka molhada facilita a penetração. Parecemos um casal de macacos bonobos no cio. Transamos loucamente, furiosamente, intensamente. Peço permissão para poder gozar. Permissão concedida, eu meto vigorosamente até atingir o meu orgasmo. E como meu pau continua duro, ainda fico um tempinho metendo lentamente em Rapunzel... Saio, tiro a vestimenta, mas meu pau não abaixa de jeito nenhum. — Eita! Ele ainda tá pra cima! — Acho que ele gostou de você, Rapunzel! Isso não vai abaixar não, meu filho!? Comigo deitado de costas na cama, Rapunzel Winston fica de quatro entre minhas pernas, de frente para mim. Ela me encara, me dá um sorriso safado e abocanha meu caralho. Como eu acabei de gozar, sinto um misto de êxtase e nervoso, meu pau supersensível. Ela prende seus longos cabelos para não atrapalhar a sua performance. E que performance! Eu vejo estrelas, eu vejo duendes, eu vejo gnomos, eu vejo aquela loirinha linda safada com os olhos fixos em mim, meu pau entrando e saindo de sua boca e aquela bunda arrebitada. Aquela bunda... Me levanto da cama, a mantenho na mesma posição, coloco uma nova vestimenta no meu pau e vou comê-la de quatro. Sua pepeka continua encharcada, eu entro fácil e a penetro com vontade. Rapunzel Winston enfia a cara no colchão, suas unhas cravadas no lençol. Meu pau sai. — Tá cansado? Quer deitar? Quer que eu te chupe mais? Quer... AI, CARALHO! Eu meto meu pau em sua bundinha. — Cacete, filho da puta! Aii!!!! Vem! Pode vir com força! Vem com vontade! Pedindo desse jeito eu não posso negar Eu como a bundinha de Rapunzel com força e com vontade, conforme pedido. É um momento mágico e maravilhoso. Meu pau enlouquece dentro daquela formosa bunda (acreditem, a visão dela de quatro é uma coisa única!) daquela formosa Mulher! Eu saio, Rapunzel se levanta e nos beijamos loucamente. Parece que acabamos de sair da prisão depois de anos sem nos pegarmos. São beijos intensos e famintos. Troco a vestimenta do meu pau, arremesso Rapunzel novamente sobre a cama e pulo em cima dela, de volta para sua pepekinha. A dama grita, urra, surta e goza maravilhosamente. Cansado, eu caio de costas na cama. Rapunzel vem chupar mais o meu cacete. Ela baba, cospe, engasga, me chupa até eu gozar fartamente em sua boca. Eu sinto os jatos saindo, meu pau latejando e uma onda elétrica percorrer minha espinha. Pamela segura meu caralho, me dá uma piscadela e vem me dar um beijo. Rapunzel Winston adora tomar Leite Moço Rapunzel se aconchega do meu lado, deitada com a cabeça sobre meu ombro, me abraçando. Ficamos fazendo carinhos um no outro, verdadeiros namoradinhos. Conversamos amenidades, rimos um com o outro entre vários beijinhos. — Spock! O que está acontecendo conosco hoje? Minha pepeka tá super encharcada e o seu pau continua duro! — Não sei porque estamos com todo esse tesão, Rapunzel... — Que fogo é esse, meudeus!?!? Quero aproveitar! Vem cá!! Me arrumo novamente e Rapunzel me puxa para cima de si. E tudo é uma questão simples de matemática: ( Pau duro + Pepeka molhada ) x Tesão Acumulado = Foda Gostosa . Meu pau e a pepeka de Rapunzel parecem ter sido esculpidos em conjunto, o encaixe é mais do que perfeito! Nós transamos agarradinhos um ao outro, nos apertando, nos beijando. Seguro os longos cabelos de Rapunzel e aperto seu pescoço (de leve), numa excitação crescente. O orgasmo chega praticamente junto para ambos. E do alto da Torre, não nos importamos com vizinhos. Rapunzel grita. Eu grito. Cravamos nossos dedos na pele um do outro, uma sensação infindável de prazer. Sorrimos, plenamente realizados. A Torre e nossos corpos fumegam após termos pego fogo. Mas que fogo todo é esse que não apaga!? — Rapunzel... Que prazer enorme foi te reencontrar! — Para mim também, Spock! — Eu te adoro, minha gostosa... — O que?? Fala aqui no ouvido do lado direito... — EU TE ADORO! — Ah, tá! Eu também! — Voltarei em breve, minha linda! — Volte sim! Até mais... EI! Não! Sai pela porta!! É... foi... doido... Até mais, Rapunzel Winston! Voltarei logo! De volta à Enterprise, começo a escrever anotações sobre a aventura que vivi. — Senhor Spock, que sorriso é esse na sua cara? — Chekov, Chekov... Acabei de ter uma aventura fantástica... As histórias de fantasia terráqueas são muito inspiradoras! — Só as histórias? — Claro que não! As mulheres terráqueas... Ah!.. As mulheres! Pamela... Pamela... Pamela... Esta aventura foi um verdadeiro Conto de Fodas

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