MAJU - A paixão do Solvit o Reencontro com a Barbie do Ébano.
Relato sobre Maju, acompanhante em Centro, Zona Sul, Barra, Tijuca, Rio de Janeiro · por @Solvit_Sexus
MAJU - 21 98290-0437 Olá, amigos e meninas do Multiverso do Desejo ! Estou de volta, atravessando mais um portal para compartilhar com vocês um novo relato e mais uma aventura. Para quem já me conhece, sejam bem-vindos novamente; para quem acaba de chegar, eu sou Solvit Sexus . Preparem-se: mais uma história começa agora no MD. Após um ano inteiro dividindo caminhos pelo espaço-tempo, o Multiverso decidiu agir por conta própria. Eu não sabia que ela tinha retornado da Europa, mas, no início daquela tarde, algo inexplicável bateu forte dentro de mim. A intuição acendeu, vi a foto de perfil no WhatsApp da Maju, a Barbie do Ébano, e resolvi mandar a mensagem: — Oi, tudo bem? A resposta dela veio com a velocidade de uma transmissão direta: — Tudo bem, como você tá? Quanto tempo? E eu respondi logo em seguida: — Verdade, muito tempo mesmo. Algo aqui me bateu assim e vi sua foto no perfil do WhatsApp e resolvi te ligar... algo dentro de mim assim. Maju reagiu surpresa: — Poxa, Solvit, eu estou aqui bem no Brasil! Eu voltei! Naquele momento, veio aquela coisa de dentro, como se fosse tudo feito pelo destino — o Multiverso nos unindo outra vez. Foi quando eu perguntei se ela já estava de partida, e ela falou que não, que tinha acabado de chegar ao Brasil e soltou a localização: — Eu tô aqui no Grajaú. Na hora eu mandei: — Ah, não acredito, você está pertinho de mim! Vamos fazer alguma coisa? E ela: — Hoje? Eu respondi na lata: — Sim! E ela aceitou na hora: — Claro, vamos! Ajustamos o relógio para as 19:00. No horário marcado, assumi o comando do Solvit Móvel, fui até a casa dela no Grajaú e fiquei ali na frente esperando ela descer. E que visão surreal ao ver aquela mulher linda descendo com aquele sorriso bem menininha, bem boneca, de sapatilha, sainha, blusinha e um casaquinho por cima. Toda linda. Entrou no Solvit Móvel e fomos direto até o restaurante. Chegando lá, conversamos muito, pedimos um bom petisco e uma boa bebida. O garçom brincou com a gente dizendo que seria a noite da dose dupla, e a Maju acabou confidenciando que não é muito boa de bebida, porque pega muito rápido nela. Ficamos ali, passamos a noite rindo, brincando e falando sobre a vida, do que ela passou na Europa e do que tinha acontecido comigo por aqui. De repente, um cara interrompeu a nossa conversa, apertou a minha mão como se tivesse me conhecido e deu boa noite para ela também. Conversamos por um período, ele deu "Boa noite, casal!" e foi embora. Ela me olhou intrigada: — Você conhece? E eu mandei: — Não! Rimos pra caramba sobre essa situação toda. Em seguida, começamos a falar sobre a vida pessoal, a vida íntima e o desejo. A noite foi passando, fomos nos aproximando e, como já está tínhamos mais íntimos, acabamos combinando um pernoite. Quando entramos no carro partindo para o Corinto, a situação ali já tinha mudado completamente. A gente já estava recriando a nossa linha do tempo, criando a nossa própria Linha Temporal Sagrada. O sorriso já mudava, o olhar já estava mudando, a gente já estava se olhando diferente, doido para se pegar. A química entre a gente é absurda. Chegando no quarto, ela já foi tomar um banho e em seguida se jogou na cama, com aquela saia e totalmente sem calcinha. Foi algo fora do normal, um tesão absurdo para passarmos a madrugada toda. Usei um brinquedinho novo com ela que eu estava doido para estrear, com uma forma bem peculiar. Usei o brinquedinho e fodemos muito gostoso mesmo, a madrugada inteira. Que conexão absurda que a gente teve. Ela foi gozando, gozando com o brinquedinho e, em seguida, fez um oral muito gostoso. Como essa mulher molhou a cama de tanto gozar. Logo já estávamos no PPMM muito bom, depois na posição de franguinho assado e depois ela cavalgou. Como cavalgou! E suava, e suava — o ar-condicionado já não dava mais conta dentro do Corinto. A noite foi passando e eu dei a primeira, gozei a primeira vez com ela já tendo gozado várias vezes. Na segunda, a gente gozou junto, com ela gozando no meu pau! Ela gozou fudendo, isso é muito bom. Mandei a terceira gozada e assim fomos madrugada adentro. A madrugada foi uma criança para nós dois ali, como se tivesse aberto uma fenda no tempo-espaço onde era só a gente. Confesso que eu fui além. Nesse dia descansamos muito pouco. Quando estava perto das 7 da manhã, acordamos, pedimos a conta, pagamos, pegamos o nosso famoso bombomzinho na saída do Corinto, tomamos um café da manhã na padaria e partimos até eu levar ela na porta de casa, com muito carinho, muita paixão e muito fogo ardente ainda queimando. Mas eu tinha que voltar para a minha realidade e ir para o trabalho. E quando eu fui voltando dentro do Solvit Móvel, pensando em tudo o que tinha passado, estava ali completamente entregue a toda aquela noite maravilhosa do lado dessa Barbie do Ébano. Peguei o Solvit Móvel, fui até o Covil, me arrumei para a minha realidade no Multiverso e fui trabalhar levinho, levinho, pensando no retorno. Que bom que essa mulher ainda está no Brasil! O negócio é curtir cada segundo, porque o período dela aqui já está acabando e ela só vai voltar em janeiro. Sintonização concluída e fenda temporal selada com sucesso! A Barbie do Ébano permanece registrada nos arquivos mais intensos da nossa jornada. Agora é manter a rota traçada e aguardar o próximo reencruzamento de caminhos até janeiro. Solvit Sexus, câmbio e desligo... direto do Multiverso!