Uma amante perfeita
Relato sobre RENATINHA PORTO, acompanhante em Copacabana, Rio de Janeiro · por @Palhares
RENATINHA PORTO - 21 96800-0516 A conhecia superficialmente de outras praias, e dela nunca me esquecia. Andava sumida, fruto de uma agenda civil densa, fiquei sabendo. Assim que me enviou mensagem informando sobre seu retorno eminente, não tive dúvida em agendar logo um encontro, antes que mudasse de ideia. Renatinha tem suas peculiaridades. É uma carioca muito bonita e super simpática, de classe média alta, com corpo de paniquete (mas sem exageros), de bem com a vida e um puta foco em seus projetos. É uma mulher super educada, com ótima apresentação e cheia de predicados. A amante perfeita. Na semana passada, quando brotou, ainda estava finalizando a montagem de seu privé na zona sul do Rio. Agora parece que este já está plenamente operacional. Pretendo conhecê-lo assim que me recupere do amasso aqui relatado. O reencontro aconteceu no Barão do Flamengo, e teve um duração proporcional às saudades que estava dela. Fui esperá-la no hall do Hotel. Ao me ver, imediatamente abriu um sorriso imenso, saiu correndo fazendo a maior festa, me abraçando com força, como se eu tivesse sobrevivido à guerra do Afeganistão. Talvez tenha sido a reação por termos finalmente conseguido concretizar o reencontro após tanto tempo. Sua atitude e espontaneidade me marcam. Renatinha não podia estar mais casual, vestida como se tivesse saído de casa para comprar qualquer coisa rapidinho na rua, e voltar logo em seguida. Shortinho jeans curto, não muito apertado, sandália de dedo, body preto, uma bela bolsa e cabelos bem tratados. Simples assim, como ela; e ao mesmo tempo, elegante. Raramente o sorriso se afasta de sua face. Renatinha sabe do poder que o sorriso feminino exerce sobre os homens. Não foi necessária qualquer ducha, pois ambos havíamos vindo de perto e de carro, cada qual no seu. Fomos direto para os finalmente, no caso, exigência dela: uma já clássica e relaxante massagem. Sem delongas, rapidamente, ambos nos despimos por inteiro. Renatinha se ajeita confortavelmente no meio da cama e eu já vou despejando o (eleito por unanimidade) óleo de coco sobre todo seu corpo, espalhando-o com as mãos espalmadas. Nessas horas, confesso, lanço mão do meu auto controle para não colocar os carros adiante dos bois. Aprendi que o motor feminino demora mais a pegar do que o nosso. É foda ficar passeando por curvas assim, sem fazer nada, além disso mesmo. O pau chega a doer. Se o cara é egoísta, nada disso é necessário, parte logo para o “pa pum”. Mas se é generoso, e valoriza o prazer feminino, esse é o preço inevitável a pagar. Depois de muitos quilômetros rodados passei a pertencer à categoria dos predominantemente generosos. Adoro presenciar o gozo feminino em todas as suas nuances. Não sei se essa mudança se deve a um processo de amadurecimento psicológico, ou se é simplesmente mais um dos meus sintomas de senilidade avançada. Felizmente o motor de Renatinha parece pegar rapidinho durante a massagem, o que me libera para avançar etapas. Esparramo uma quantidade indecente de óleo naquele rego de geometria agressiva, e começo a dar um trato manual em toda a região do pecado. Resposta imediata. Renatinha se retorce, geme baixinho, sorri de olhos abertos, me beija, me acaricia, e, como se não bastasse, com uma das mãos, literalmente toma posse do meu pau. Suas reações me encorajam a pular mais uma etapa. Visto o meliante, e proponho um franguinho; proposta imediatamente aceita. Encarando, e sendo reciprocamente encarado, vamos transando em ritmo de curtição, a cada momento avaliando as reações do outro e mudando de intensidade conforme a leitura. Rapidamente bateu o famoso tesão de bode, e me entreguei. Renatinha anuncia seu gozo. Ao final, toda melada, pede um tempo para dessensibilizar a periquita. Ainda a mil, com espírito digno de um carioca da gema que sou, não respeitei a trégua. Apesar de algumas poucas tentativas de fuga dela, comecei a beijar todo seu corpo. Quando chegava às virilhas Renatinha se contorcia, até o instante em que suas resistências se esgotaram, e ela, desistindo perante tamanha insistência, se entrega ao meu oral. Aí começa um capítulo à parte. Vai gostar de ser chupada assim na puta que pariu! Com suas pernas sobre meus ombros, suas mãos meio perdidas sempre procurando algo para apertar, Renatinha curte demais todas as variações orais. Goza rapidamente, de forma intensa, com uma produção abundante de frutose xexecal, da qual ambos provamos. Como se não bastasse, sei que Renatinha gosta de sugadores (ela tem um porquinho rosa safado, como namorado). Propus uma “sessão sugador” para vê-la gozar uma vez mais. Ela topa na hora, e vamu qui vamu ......... bzzzzzbzzzz ...... zzbzzzbzz......... zbzzzzbzz........ bzzzzzz ............, até que, parafraseando o eterno Carlos Zéfiro, ouço a famosa exclamação: “AHHRRGG .... .VOU GOZAAAHHHHHH”. Após os tremeliques, Renatinha cai dura, fica com seus olhos fechados e com um “sourire figée” no canto dos lábios, sintoma de paz e felicidade. Só faltou aquela lágrima solitária escorrendo pelo cantinho de um dos seus belos olhos. Respeitado o intervalo de recuperação parcial, permanecemos deitados, face a face, enroscados, trocando palavras, beijos, carinhos “ y otras cositas más ”. Em curto espaço de tempo chega minha vez de ver estrelas. Renatinha, novamente, demonstra maestria. Exclamando impropérios de toda ordem, vivenciei em questão de minutos as sensações experimentadas pelo “Maluco Beleza” no palco do Big Bang. Ao estar sendo publicando o presente relato, Renatinha já deverá ter inaugurado seu privé em Copa, no qual (me disse) atenderá sozinha. Com esse “ plus ”, sem qualquer sombra de dúvida, repetecos mais frequentes virão. As três horas que agendei não foram suficientes para matar as saudades. Aproveitem enquanto ela está na luta. Depois, não adianta chorar.