Raika Bittencourt - A Deusa de Parintins e o Devasso Palhares

Relato sobre Raika Bittencourt, acompanhante em Baixada, Rio de Janeiro · por @Palhares

Raika Bittencourt Ao final daquela tarde de quinta-feira, dia de calor absurdo no Rio, Tavares desperta de um rápido cochilo. Ainda meio desligado, fica olhando para a imagem refletida no espelho do teto da suíte 507 do Hotel Barão do Flamengo: é da bela Raika ainda dormindo profundamente, peladinha como Deus a colocou neste mundo, toda enroscada no devasso funcionário público. Parecia um sonho, mas não era. Depois de se dar conta que era algo real, e de olhar suficientemente para registrar aquela imagem para sempre em sua mente, Tavares se vê no dever de, conforme havia prometido, acordá-la. E o faz lenta e carinhosamente, como a Princesa índia, sem qualquer sombra de dúvida, merece. Enquanto isso se passava em poucos segundos, o devasso Tavares teve um flashback completo do que havia acontecido nas duas horas anteriores. Tudo começou a partir do momento em que Tavares reencontra Raika à sua espera no hall do Barão, com um baita “sorriso tela larga” por ter comprado em um brechó próximo, dois conjuntos os quais, em qualquer loja da zona sul, custariam de cinco a dez vezes mais. Os dois sobem juntos para a sucursal carioca do escritório londrino de Holmes, e Raika, aflita para provar as peças que havia comprado, vai logo se despindo, testando sob vários ângulos seu ajuste. Não é necessário dizer que todas caíram à perfeição em sua silhueta. Durante as provas, enquanto Raika tira e bota roupas, Tavares vai organizando seu kit putaria, ao mesmo tempo em que, como incorrigível voyeur que é, nunca perde de vista as poses que a modelo índia vai fazendo diante do espelho. Inevitavelmente vários pensamentos eróticos percorrem sua mente, mas Raika, indiferente a estes, continua feliz da vida curtindo suas aquisições, até que (finalmente) decide tomar uma ducha para se refrescar. Tavares se aproveita do “ turning point ” e já vai colocando o óleo de coco debaixo do chuveiro para esquentá-lo. Rapidamente também, vai se desfazendo de suas roupas e fica aguardando no quarto a chegada de Raika. Impressionante como, até hoje, Tavares fica sem fala, bobão, quando a vê em pelo. Ao se deitar de bruços então, é a verdadeira “prova dos nove”. Resistir a se jogar sobre aquela lombar é um dos maiores testes de resistência à tentação do qual se ouviu falar. Mas, calejado, Tavares afasta os imundos pensamentos que, como sempre inundam sua cabeça, respira fundo três vezes, pensa no declínio do valor do dólar, e, bravamente começa sua tarefa de relaxar Raika ao máximo possível. Ele lembra que a recompensa por esse sacrifício é sempre enorme. Ela, uma vez relaxada, normalmente experimenta (para imenso prazer de Tavares), gozos mais longos e intensos. Com a massagem rapidamente surtindo o efeito esperado, após uma sessão longa de muitos beijos e sarros de todos os tipos que se seguiu, o diabinho que habita a mente de Tavares passa a falar mais alto do que o anjinho (seu contraponto). Resultado: EPI na criança, e uma rola feliz vai se alojar no cantinho quente e úmido que, de bom grado, Raika lhe oferece. De lá não quer sair mais. Passado o primeiro round, para felicidade de Raika, Tavares lhe propõe o que ela mais gosta. Ambos se ajeitam confortavelmente; Tavares, ajoelhado como se rezando estivesse, sem pressa alguma e delicadamente, se dedica com o maior cuidado a tratar da pitombinha, a essa altura já bem durinha. Aparentemente Raika curte bastante; às vezes procura e aperta fortemente as mãos de Tavares, dá uns gemidinhos discretos, mexe e remexe a pélvis, cada vez de forma mais intensa, para em seguida começar a encharcar. O safado percebe que ainda tem um percurso a cumprir, mantém o mesmo ritmo lento / constante de até então, e resolve apimentar a coisa não somente dedilhando, mas também usando um pequenino sugador, alternando seu uso com os demais meios (naturais). O combo (inédito para Tavares) funcionou às mil maravilhas, aparentemente deixando Raika bem satisfeita; a roupa de cama que o diga, a camareira que os perdoe. Uma vez recuperada, Raika se propõe a retribuir. Diz ela: “falam muito bem do meu oral”. Tavares pergunta: “levanta cadáver?”. Olhando com ar de quem se garante, Raika nada responde. Autoritariamente se atocha ao pau meia bomba e inicia um verdadeiro roto-rooter . Apesar deste ter sido quase o vigésimo date de ambos, nunca antes a princesa índia havia dedicado tanto tempo ao trato oral de Tavares. Não é preciso dizer que este apaixonou. Até hoje suspira quando se recorda dos malabarismos orais que Raika fez com ele. Resultado do milagre: um derrame de ectoplasma, o devasso Tavares estrebuchando, com aquela lágrima isolada que escorre pelo canto do olho quando o que acontece é muito bom. Aos poucos a Princesa índia vai se aconchegando em Tavares, e ambos cochilam relaxados. Zzzzzzzzzzzzzz nota : Uber pago à parte

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