LAURA MENDONÇA, O RETORNO
Relato sobre Laura Mendonça, acompanhante em Centro, Rio de Janeiro · por @Spock
Data Estelar 61277.7 Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave Estelar NCC-1701 Enterprise . Anteriormente, no último capítulo da semana passada... . — Laura... Doce Laura... Eu adorei o nosso encontro! Foi tão intenso, tão profundo! Eu acho que estou apaixonado, eu estou aman... Ei! Para de comer chocolate só um pouquinho, por favor? — Nham... nham... Nhac! Nhac! Humm... O que? Você falou alguma coisa? — Nada não, deixa pra lá. Gostei muito. A gente se vê por aí. — Beijos! — Beijos! . Por um minuto pensei que só o chocolate tinha sido bom . Mas essa ideia me martelava a cabeça, dia após dia. Eu precisava reencontrar Laura. Eu precisava tê-la em meus braços. Eu precisava tê-la grudada em meus lábios. Eu precisava metê-la... Ops... Desculpem a momentânea falta de tato e romantismo. . Então... Laura ia e voltava dos meus pensamentos. Os dias se passavam, as semanas, os meses... . Não vejo mais você faz tanto tempo Que vontade que eu sinto De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços É verdade, eu não minto . E nesse desespero em que me vejo Já cheguei a tal ponto De me trocar diversas vezes por você Só pra ver se te encontro . Você bem que podia perdoar E só mais uma vez me aceitar Prometo, agora vou fazer por onde Nunca mais perdê-la . Agora Que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer Você só me ensinou a te querer E te querendo eu vou tentando te encontrar Vou me perdendo Buscando em outros braços os seus abraços Perdido no vazio de outros passos Do abismo em que você se retirou E me atirou e me deixou aqui sozinho . E agora que faço eu da vida sem você? . Até que enfim eu não mais resisti. Respirei fundo, me embebedei com minha Coca-cola Zero para criar coragem e mandei uma mensagem para Laura. "Tá fazendo o que hoje?" . Dali até marcamos um novo encontro foi um pulo. . Chego em sua sala antes da hora combinada – eu ficara livre mais cedo do trabalho e perguntei se podíamos adiantar. Ela abre a porta interna de madeira, a externa de vidro, eu adentro seus aposentos. E lá está ela, exatamente como eu me lembrava: linda, um sorriso de orelha a orelha. A diferença é sua lingerie, vermelha desta vez. . Na cabine, enquanto me entrega a toalha, eu digo a ela que desta vez, no final do encontro, farei um truque vulcano de leitura de mente e predição do futuro. A safadinha me pergunta se eu trouxe de novo uma vela. Falo para ela se acalmar e vou tomar meu banho. Na volta, finalmente posso degustar seus lábios, quentes, molhados. Eu a abraço, tiro sua roupinha, vendo seus olhos, a deito de costas no tatame. . Se no encontro anterior o tema foi fogo e calor, o deste é gelo e frio. Pego uma pedra de gelo da minha garrafa e a passo lentamente por seus seios e barriga. Seus mamilos se arrepiam e eu os beijo. Quando passo a pedrinha pela parte interna de suas coxas, ela se arrepia toda. Defronte para sua ppkinha, a saudade bate forte. Impulsionado por um instinto voraz e primitivo, eu praticamente pulo nela, a coloco inteira em minha boca, meus lábios e minha língua a explorando por inteiro. É como se eu já a conhecesse e ansiasse por reencontrar prazeres já conhecidos. É como se eu nunca a tivesse provado e estivesse extasiado com novos gostos e sabores. É um amálgama de quereres. Laura me agarra, solta frases sem sentido, me puxa, goza soltando um gritinho, me empurra e vira de lado, tremendo. . Eu pego a nova vela que eu trouxe – uma gelada. Espalho a cera derretida pelas costas de Laura. Mais arrepios. "Que coisa boa!..." Eu passo a cera e massageio toda a parte de trás do corpo de Laura, dos ombros aos pezinhos, e então fico agarradinho a ela, sentindo sua respiração ofegante. . Ela retira a venda e me encara. . — O que foi isso?? Outra vela diferente? Gostei mais dessa!! Eu pensei que fosse o milk-shake que você trouxe! — Tu só pensa em guloseimas, mulher! — Nada disso! Penso em outras coisas também. . E ela prova isso pegando no meu pau e o abraçando com seus lábios. Eu vejo estrelas, eu vejo as chamas do fogo solar. Eu preciso prová-la, eu preciso possuí-la. Coloco uma camisinha e puxo Laura para cima de mim. Ela se encaixa perfeitamente, me abraça e me beija enquanto me cavalga. . Ato contínuo, eu peço que ela fique de quatro. Eu me encaixo desta vez e a penetro. Sua bundinha batendo no meu corpo, meu pau entrando e saindo, tudo é uma gloriosa visão e sinfonia. Eu vou por cima dela, num papai-e-mamãe que está mais para amante-e-namorada, numa vontade arrebatadora. . — Vem, seu safado! Me come gostoso, safado! — Eu sou safado? E tu é o que? — Safada, uai! Somos dois safados. . Acabo gozando gostoso em sua ppkinha e caindo mortalmente ferido – o corpo vazio de porra e o coração cheio de amor – ao seu lado. Laura deita abraçadinha comigo, descansando. Descansando? Ela logo agarra meu pau e começa a chupá-lo de novo. Ela fica de quatro entre minhas pernas, me encarando e encarando meu pau, beijando-o e chupando. Sobe para me beijar e retorna para chupá-lo mais. E repete. Até que eu subo sobre seu peito e despejo tudo em sua boca. Ela cospe no meu pau, minha porra jogada sobre seu peito. Eu a beijo, ela me beija. . Laura me pede mais um pouco de massagem em suas costas com a vela. . — Aqui no lado esquerdo das minhas costas, arrumei a casa no final de semana, tá doendo. . Eu jogo um pouco da cera derretida sobre seus ombros e costas. Aperto com carinho seus músculos. . — Onde mais você quer? Aproveita... — Nos meus pés! . E lá vou eu para seus pezinhos. Ela se vira de costas, faço massagem em seus seios e barriga. Nesta posição, não tem como evitar: eu chupo sua ppk! Não consigo resistir a isso, seu grelinho me chama. Laura segura minhas mãos quando goza e assim empatamos a partida. . Faço o truque Vulcano de leitura de mente, mas eu erro fragorosamente e troco tudo – pelo menos lhe arranco um sorriso sincero e juvenil. . Despeço-me, avisando que tenho que ficar um tempo longe, para não correr o risco de ficar gamado. E saio feliz, deixando para trás um quarto com cheiro mentolado, uma bela e sorridente mulher e levando comigo um coração apertado. . Até quando você vai ficar fazendo o que quer comigo? Até quando você vai ficar sem saber o que quer de mim? Até quando você vai ficar Até quando você vai ficar Sem saber o que quer fazer? Sem saber o que quer? Sem saber o quê? Sem saber?