Dimensão Rota da Sedução: Do Beco de São Cristóvão ao Quarto do Te Adoro
Relato sobre Vila Mimosa, boate em São Cristóvão, Rio de Janeiro · por @Solvit_Sexus
Olá, amigos e meninas do Multiverso do Desejo! Estou de volta, atravessando mais um portal para compartilhar com vocês um novo relato e mais uma aventura. Para quem já me conhece, sejam bem-vindos novamente; para quem acaba de chegar, eu sou Solvit Sexus. Preparem-se: mais uma história começa agora no MD na Vila Mimosa. Em uma noite calma na maravilhosa e pulsante cidade do Rio de Janeiro — embora os motores do meu pensamento estivessem longe da tranquilidade —, resolvi cruzar as dimensões urbanas e dar uma volta pela conhecida Vila Mimosa, em São Cristóvão. Curiosamente, naquela coordenada temporal, eu não tinha intenção de utilizar os serviços do local. Meu objetivo era apenas desacelerar a frequência da mente, esquecer um pouco os ruídos da matriz e observar o movimento do cosmos local. Peguei minha moto, como de costume levando dois capacetes, e segui em direção ao setor de São Cristóvão, Vila Mimosa. Estacionei próximo à entrada da Vila e comecei a caminhar pelo famoso beco em formato de U. Música alta, luzes coloridas ressoando pelo espaço, seres entrando e saindo dos recintos... Tudo fazia parte daquele cenário tão característico do nosso ecossistema. Enquanto caminhava, um pequeno portal de dois andares — um bar — chamou minha atenção. Era um lugar simples, mas bastante aconchegante. Foi ali que a vi. Na porta, estava uma mulher que aparentava ter entre 21 e 23 anos. Vestia uma saia e top bastante sensual, parcialmente coberto, quase transparente. Era magra, elegante, daquelas que costumo chamar de magrelicia , com uma beleza leve e marcante ao mesmo tempo. Tinha cerca de 1,65m de altura e caminhava com absoluta desenvoltura sobre saltos altos. A pele morena clara contrastava com o tom de seu look, e os cabelos longos emolduravam um rosto delicado. O sorriso mostrava dentes perfeitamente alinhados e muito brancos. Mas o que mais chamava atenção era o olhar: intenso, expressivo, cheio de personalidade, lembrando a força do olhar de Juliana Paes. Havia nela uma mistura curiosa de elegância, sensualidade e atitude. Parecia inacessível, quase desafiadora, como se escolhesse cuidadosamente quem permitia ultrapassar suas barreiras. Foi justamente essa combinação de beleza, segurança e mistério que despertou minha curiosidade desde o primeiro instante. Pedi um refrigerante e me sentei para observar o ambiente. Pouco depois, ela adentrou o bar e aproveitei a oportunidade para cumprimentá-la: — Boa noite. Ela respondeu de forma direta: — O que você quer? Sorri e disse: — Nada, só queria conversar um pouco. Gostei muito de você. Confessoque adoro esse jeitinho marrentinha e patricinha. Ela respondeu que já não estava mais atendendo naquela noite. Expliquei que não havia ido até lá procurando um programa. Disse que só queria descansar a cabeça e observar o movimento. Ela entrou novamente e, alguns minutos depois, voltou: — Posso sentar com você? Preciso jantar antes de ir embora, mas a casa não permite que eu fique aqui sentada sozinha. Respondi imediatamente: — Claro, fique à vontade. Ela pediu um refrigerante na minha comanda e começamos a conversar. Enquanto jantava, perguntou várias vezes por que eu estava ali sem procurar os serviços da Vila Mimosa. E isso foi chamando a atenção dela para ficar ali. Reiterei que só queria descansar a cabeça e observar o movimento do multiverso ao redor. Ela foi ficando cada vez mais interessada em saber mais de mim e notei que gostaria de algo mais! E aos poucos ela se mostrou educada, inteligente e muito interessante. Foi então que ela comentou que estava esperando a prima, que também trabalhava ali naquela noite. Ao contrário dela, a prima era extremamente simpática, brincava com todos os clientes, ria bastante e permitia que todos se aproximassem. Duas frequências completamente diferentes no mesmo espaço-tempo. Já passava das três da manhã quando decidi ir embora. Paguei minha conta e o refrigerante dela, nos despedimos e segui em direção à minha máquina. Ao sair do beco, encontrei as duas novamente. A prima sorriu e perguntou para ela: — Esse é o cara? Ela respondeu: — Sim, é ele. Olhei para ela e disse: — Falei que não ficaria com ninguém lá dentro, mas você gostaria de ir para outro lugar? A prima imediatamente começou a incentivá-la: — Vai! Vai! Ela ficou alguns segundos em silêncio, claramente dividida. Depois sorriu, pegou o capacete reservado que eu carregava e subiu na moto. Seguimos até o Hotel Te Adoro, em Vila Isabel. Lá, ajustamos os detalhes do encontro e passamos juntos o restante da madrugada, permanecendo até aproximadamente nove horas da manhã. Antes mesmo de tomar banho, ela estabeleceu comunicação via WhatsApp com o marido. Disse que estava no plantão de enfermagem e que precisaria cobrir uma colega até ela chegar, avisando que demoraria um pouco mais para voltar para casa. Ela residia em Araruama e trabalhava na área da saúde. Assim que chegamos ao quarto, abriu sua bolsa e mostrou o jaleco de enfermagem, todo bordado com seu nome, confirmando a veracidade de sua jornada diária. Depois, foi tomar banho. Quando voltou, estava usando uma lingerie linda, coberta por roupão, extremamente cheirosa e completamente diferente da primeira impressão que tive na Vila. A jovem de aparência fechada e jeito metido deu lugar a uma mulher carinhosa, delicada e muito atenciosa. Tivemos beijos quentes e provocantes, como dois amantes apaixonados em sintonia pura. Fui descendo por suas curvas, beijando todo o seu corpo, peitos, barriga, até chegar à sua bucetinha deliciosa. A apreciei até que ela se contorcesse e atingisse o orgasmo e gozar na minha boca. Logo em seguida, escutei aquele sinal clássico: "Agora é minha vez!" Ela me beijou intensamente até chegar no meu pau e começar um oral enlouquecedor, entregando-se com vontade — por pouco não queimei a largada. Peguei a camisinha e, dali em diante, exploramos todas as posições possíveis e imagináveis no espaço do quarto. Exaustos e felizes, conversamos bastante, trocamos histórias de nossas trajetórias de vida, rimos muito e nos beijamos longamente. A conexão aconteceu de forma natural, em um ambiente tranquilo e reservado, bem diferente daquele portal agitado onde nos conhecemos. Ao amanhecer, levei-a na moto até a rodoviária para que pudesse embarcar de volta para casa. Antes da despedida, trocamos nossos contatos. Ela seguiu seu destino rumo a Araruama; eu rumei de volta para o meu covil. Naquela manhã de sábado, enquanto pilotava de volta para a minha base, percebi que aquela noite havia me dado exatamente o que eu procurava quando resolvi sair: paz, leveza e a certeza de que, às vezes, os encontros mais inesperados entre diferentes realidades são os mais marcantes. Câmbio desligo, Solvit Sexus diretamente do outro lado do Multiverso!