Relato sobre Danielle
Relato sobre Danielle, acompanhante em Centro, Rio de Janeiro · por @@Escorpio
Danielle é um nome que tem presença. Soa feminino, elegante e naturalmente sensual, sem precisar exagerar. Carrega um discreto toque francês que transmite sofisticação, mas, ao mesmo tempo, uma proximidade quente e envolvente. É o tipo de nome que combina com uma mulher segura de si, de olhar marcante e voz serena, daquelas que conquistam muito mais pela atitude do que pelo esforço. Quando alguém diz "Danielle", o nome parece permanecer no ar por um instante: suave, delicado e, ainda assim, impossível de ignorar. Há nele uma combinação rara de delicadeza e intensidade. E que intensidade. Vi o feed da Dani e resolvi entrar em contato. Me apresentei, tirei algumas dúvidas e, naturalmente, marcamos nosso encontro. Encontrei uma brecha na agenda e definimos uma data. Desde as primeiras mensagens, Dani foi extremamente atenciosa e educada. Em determinado momento, perguntou se haveria algum problema em responder mais tarde, por conta do horário, preocupada em não me atrapalhar. Achei o cuidado muito gentil. A conversa fluiu com naturalidade: falamos sobre expectativas, preferências e fomos criando uma sintonia antes mesmo de nos encontrarmos. Inicialmente marcamos uma hora. Por causa da minha agenda apertada, pedi para reduzir para meia hora. Mas a vontade de conhecê-la falou mais alto e dei um jeito de voltar ao plano original. (Perdoe-me, Dani, por tantas idas e vindas!) Chego ao RB 156, aviso que já estou por ali e ela pede que eu suba. Bato timidamente à porta e, quando ela se abre, tenho uma grata surpresa. Ela já havia enviado uma foto de visualização única, mas pessoalmente é ainda mais bonita. Tem um sorriso fácil, usa óculos que lhe dão um charme especial e transmite uma simpatia que conquista logo de cara. Ela me recebe de roupão. Entramos, conversamos um pouco e ela me leva até o quarto onde realiza os atendimentos. O ambiente lembra uma clínica, com vários quartos. O espaço é agradável, limpo e aconchegante. A cama, baixa, no estilo japonês, chamou minha atenção por despertar boas lembranças. Entrego o mimo que havia levado. Ela me entrega um roupão, chinelos e uma excelente toalha. Vou tomar um banho. O banheiro é organizado, com chuveiro de água quente e tudo muito bem cuidado. De volta ao quarto, ela pede que eu me sente na cama voltado para a parede. Pergunta se gosto de música. Respondo que sim. Ela coloca Sade. Excelente escolha. Enquanto "Hang On to Your Love" começa a tocar, ela venda meus olhos. Gostei da surpresa. A partir dali, a música, o ambiente e o toque dela transformam o momento em uma experiência envolvente, daquelas em que o tempo simplesmente deixa de existir. Quando "Smooth Operator" começa a tocar, percebo que a trilha sonora não poderia ser mais adequada. Aos poucos, deixo de prestar atenção às músicas, porque minha atenção passa a estar completamente voltada para ela e para tudo o que estávamos vivendo. Entre beijos, carinho e muita sintonia, o encontro segue naturalmente, sem pressa, exatamente como deveria ser. Depois, conversamos um pouco. Dani é extremamente simpática e tem um papo leve, agradável e espontâneo. A conexão que já existia nas mensagens se confirmou pessoalmente. No fim, tomo mais um banho, me arrumo, nos despedimos com um beijo e sigo meu caminho levando comigo a sensação de ter vivido um encontro que valeu cada minuto. "O luar, estrela do mar O sol e o dom Quiçá, um dia, a fúria desse front Virá lapidar o sonho Até gerar o som Como querer Caetanear O que há de bom" Querer "Caetanear o que há de bom" é tentar explicar ou melhorar algo que já parece completo. No caso da Dani, tomo a liberdade de parafrasear Djavan: "Como querer Daniellear o que há de bom". Porque, à sua maneira, ela transforma um encontro em uma experiência memorável. Gostei muito de conhecê-la e saí com a certeza de que foi um tempo muito bem vivido.