A ODISSEIA DE DANIELLE - PARTE 2
Relato sobre Danielle, acompanhante em Centro, Rio de Janeiro · por @Spock
CONTINUAÇÃO... CARÍBDIS, O REDEMOINHO MORTAL Assim eu vou ficar tonto de tanto prazer Abraçado a Danielleelena, nós nos acariciávamos. Eu passava meus dedos lentamente pela sua barriga, seus pelos ouriçados, quando ela me disse "Passsa a mão assim nas minhas costas..." De repente o mundo começou a girar num turbilhão. Eu estava preso em Daniellebdis, o redemoinho da libido. Rodei o corpo de Danielleelena para que ela se deitasse de bruços. Busquei meu óleo de massagem grego e besuntei suas costas. Ataquei-a de todas as formas: com meus dedos, com minhas mãos, com minha pena, com minha espada. Esfreguei meu tórax definido... cof... cof... cof... desculpem, engasguei-me. Onde eu estava? Ah, sim... Esfreguei meu tórax em suas costas. Beijei suas coxas, lambi seus pés, chupei seus dedos. Dei um beijo grego em sua linda bundinha arrebitada. A SEREIA E SEU CANTO HIPNOTIZANTE Me soltem! Me soltem! Eu quero comer esse filé de Mulher! Eu quero ouvi-la gozar! Navegando por águas já não tão tranquilas, revoltas em meio a um aumento da temperatura sexual, eu estava perto da sereia e ansiava por ouvir seus cânticos de prazer. Cheguei a me amarrar ao mastro do navio, numa tola tentativa de fugir de seus encantos, mas o desejo pelo tesão da sereia era maior. Libertei-me e mais uma vez caí em seus braços, ou melhor, em sua ppk. Degustei-a com sofreguidão, atabalhoadamente. Com fúria e ímpeto eu a chupei, eu a lambi, eu a venci! Arranquei-lhe um novo orgasmo, enebriado pelos seus sussurros e gemidos. Os versos de sua canção, "vou gozar de novo... ", me faziam lembrar de tudo o que eu mais ansiava e desejava. Eu ansiava gozar novamente. POLIFEMO, O CÍCLOPE DE UM OLHO SÓ Esse olho só ficava encarando... Danielleelena se abaixou e retirou a minha roupa, ficando diante de meu caralho. — Olha só esse cacete me encarando... Deixe-me cuidar dele! Ela começou uma sessão oral divina, me arrancando uivos. — Moça... Quem é você para chupar tão bem assim? — Eu? Eu sou ninguém... — Meu Zeus!! Assim eu vou acabar gozando! — Goza na minha boca então, meu grego safado! — AH!!!!!! Ninguém está me fazendo gozar! Ninguém está me fazendo gozar! E nenhuma outra alma apareceu ao nosso redor quando eu finalmente gozei, inundando a boca de Danielleelena com meu iogurte grego. ATENA, A PROTETORA E MENTORA Durante toda essa aventura, Atenaelle, a deusa da sabedoria, da estratégia (do grego strateegia ), da justiça e das artes, estava ao meu lado. Uma deusa baixinha a me guiar, a me orientar, a me ensinar como dar e receber prazer. E eu ouvia atentamente seus conselhos. Aprendia lições de sabedoria, sobre como tratar uma mulher. Descobria novas estratégias de como dar prazer a uma mulher. Entendia que era mais do que justo fazer com que as mulheres gozassem e apreciassem os encontros tanto quanto nós. E vislumbrava novas formas de artes para entreter uma mulher. Num ímpeto, eu me ajoelhei perante a deusa, que se materializou diante de mim, e a reverenciei, num ritual de chupar-lhe novamente sua bucetinha divina. A deusa me abençoou mais uma vez com um novo orgasmo, preenchendo minha boca com seu doce néctar, no qual eu me banqueteei. Entorpecido pelo tesão divino, abracei-a fortemente em agradecimento e a levantei do chão, num gesto ousado para um guerreiro de meia-idade. Eu disse baixinha! Não minúscula! Ainda não era assim, mas tá bom... Até peguei Atenaelle no colinho A PARTIDA PARA ÍTACA Já no final desta odisseia maravilhosa, o titã Cronos começou a nos perturbar. Além de destruir os próprios filhos, ele queria destruir o tempo que me restava com Danielleelena. Busquei meus trapos, vesti-me e parti de volta para Ítaca, cansado, mas ao mesmo tempo feliz por tudo que vivi. Vou ali, mas eu volto! PENELOPE, A TECELAGEM DO SUDÁRIO E OS SEUS PRETENDENTES Quando finalmente retornei para Ítaca, lembrei-me dos conselhos de Agamenon. Caminhei como um simples andarilho, disfarçado, para que ninguém me reconhecesse e assim eu pudesse ver com meus próprios olhos a situação do reino. Foi então que avistei Daniellenelope tecendo um sudário, cercada de novos pretendentes. Seria necessário que eu aguardasse a minha vez, mas isso já é uma outra epopeia... Ferrou! A fila de espera tá grande! — Porra, Spocksseu! Tu és um mentiroso do cacete! — Ah, vai se ferrar, Eubulides! Não me venha justamente você falar de mentiras! Eu fantasio, mas não minto nem aumento! — Danem-se vocês, eu gostei! Vou transformar num poema e publicar na próxima FLIP ( Festa Literária Internacional do Peloponeso )! — Pô, Homero! A história é minha! Copia, mas não faz igual, tá? — Pode deixar! Danielleelena e a oferta de paz