BABYGIRL - DEUSA ATÔMICA & SOLVIT SEXUS — AVENTURAS EM UM MULTIVERSO DE REALIDADES MANIPULADAS
Relato sobre Babygirl, acompanhante em Centro, Rio de Janeiro · por @Solvit_Sexus
BABYGIRL - 21 98187-9546 Olá, amigos e meninas do Multiverso do Desejo! Estou de volta, atravessando mais um portal para compartilhar com vocês um novo relato e mais uma aventura. Para quem já me conhece, sejam bem-vindos novamente; para quem acaba de chegar, eu sou Solvit Sexus. Preparem-se: mais uma história começa agora no MD Aqui estou eu, mais uma vez. Diante de outro portal — instável, pulsante, irresistivelmente requisitado. Embora essa linha temporal aparente estabilidade, é preciso entender: neste universo, o caos é elegante. Supernovas explodem em silêncio, colisões estelares desenham o céu… e chuvas de meteoros caem com a naturalidade de uma brisa paulistana. Essa travessia aconteceu pouco antes do colapso final daquela era… um ponto sensível no espaço-tempo, onde tudo ainda podia ser reescrito. Sim essa aventura aconteceu pré-exílio que consequentemente não foi relatado, pois não havia condições de postagem no fim dos tempos! E eu queria voltar. Queria mais uma vez atravessar essa realidade… e, quem sabe, criar novas ramificações. Dessa vez, o chamado veio dela. Um convite simples — um “date no domingo” — mas, para quem entende os códigos do multiverso, nada ali era comum. Fechamos um pernoite. Um intervalo no tempo. Um desvio calculado na rotina da existência. Fui buscá-la. O Solvit Móvel, já calibrado para essa frequência dimensional, percorreu o trajeto com precisão absoluta. Cada curva, cada rua… como se o próprio universo abrisse caminho. E então, o portal se abriu. Ela surgiu. Cabelos ao vento, salto alto, um vestido que parecia capturar a luz ao redor. Não era apenas presença — era um evento cósmico em forma humana. Capricho absoluto. Saí do carro, abri a porta… mas o tempo não esperou. Antes de qualquer reação, fui atingido por um instante de intensidade pura — como se duas dimensões colidissem no mesmo ponto do espaço. Recebi um beijo cinematográfico e avassalador. Aproveitei e dei um presente para ela - um chapéu estilo Solvit Sexus. Entre conversas e beijinhos dentro do carro - Seguimos para o Grajaú. Destino: Bar Enchendo Linguiça. E lá estávamos nós — deslocados no espaço, mas perfeitamente encaixados naquele momento. Risadas, olhares, proximidade. Como dois viajantes que se reconhecem em meio ao infinito. Foi então que o multiverso decidiu brincar. Entre uma conversa e outra, uma presença atravessou o cenário — familiar demais para ser ignorada. O mesmo vendedor. Sim… o mesmo. Pela segunda vez. Em outro encontro. Em outro bar. Em outra dobra do tempo… lá estava ele, oferecendo o mesmo pudim, como se fosse uma constante dentro do caos. Nos entreolhamos — e rimos. Era coincidência demais para ser apenas acaso. Quase como se ele soubesse exatamente onde iríamos aparecer… como se estivesse sempre um passo à frente, cruzando as mesmas linhas temporais que nós. Compramos o pudim, claro. E, naquele instante leve e improvável, o universo pareceu piscar para a gente — como quem diz que nem tudo precisa fazer sentido… só precisa acontecer. Mas dentro de mim, um pensamento ecoava: “Hoje… eu mudo o fluxo dessa linha temporal.” A noite avançava, e com ela, a energia ao redor se transformava. O ambiente já não era apenas um bar — era um ponto de convergência. Algo maior se formando. Até que veio o sinal. Era hora de partir. Ainda dentro do carro, o universo deu seus primeiros sinais de distorção. Pequenas falhas na realidade. Vibrações no ar. Como um prelúdio do que estava por vir. Partimos novamente — uma breve parada na casa da Deusa Atômica para recuperar um artefato esquecido: sua mochila, perdida entre dimensões. E então… o destino final. O covil de Solvit. Ali, as regras são outras. Ali, o tempo desacelera. O espaço se dobra. E a realidade… responde. É um ponto fora da curva do multiverso. Um lugar onde as anomalias não são erros — são ferramentas. Onde novas constelações parecem nascer no silêncio, e galáxias inteiras se reorganizam ao redor de uma única energia central. Uma pausa aconteceu. Como se o universo, por alguns instantes, simplesmente observasse. Quando entramos no meu quarto, o universo finalmente se curvou a nós! Então, a amarrei na cama e comecei uma verdadeira investida ao prazer. Chupei muito aquela bucetinha suculenta, alternando com brinquedinhos... Sim, afinal, não precisavam ser os da lendária mochila Solvit; os brinquedos e acessórios eram do próprio covil. Ela degustou do melhor que a mochila poderia pensar em ter. Ela gemia e gozava tanto que dava para ouvir fora das fronteiras do covil. Ela pedia para foder... mas eu continuava a chupá-la, a instigá-la, ao ponto de ela se contorcer entre gemidos e risadas, com um olhar que parecia querer me devorar! Mas fui além, beijando-a muito, de forma apaixonante... O beijo é sempre o protagonista em um encontro com a Babygirl! Ela sussurrava em meus ouvidos: — Me come!!! Eu quero te sentir! E então, fiquei por uma eternidade intergaláctica entre beijá-la e chupá-la... até ela desfalecer de prazer inúmeras vezes. Foi então que coloquei o pau todo dentro da boca dela; ela se lambuzava de prazer e isso me deixava com ainda mais tesão. Foi quando a soltei e começamos um sexo frenético. Ela já tinha gozado várias vezes e eu estava com o pau mais duro que nunca. De quatro... papai e mamãe, de ladinho... ela cavalgando intensamente... Madrugada adentro, até cairmos exaustos aos beijos! Ali, enquanto ela estava exausta e com carinha de quem gozou muito, pensei: "Hoje foi o Solvit Sexus em seu verdadeiro e puro estilo". E perguntei: — E agora? Ela respondeu: — Nossa, hoje você me surpreendeu, caprichou... estou exausta e satisfeita! Bom demais escutar isso! O amanhecer chegou devagar, atravessando dimensões até nos encontrar. Permanecemos ali, ainda conectados àquela frequência, até que o inevitável se apresentou: o retorno. Antes de fechar o ciclo, ainda houve tempo para um café da manhã no coração do Grajaú — simples, quase como um lembrete de que até viajantes do multiverso precisam de pequenos rituais terrenos. E então, o portal se abriu novamente. A levei até o metrô da Tijuca. A despedida não foi um fim — foi apenas mais uma dobra no tempo. Um momento suspenso… que, de alguma forma, continua existindo em outras versões da realidade. Porque no multiverso Solvit… nenhum encontro é único. Cambio desligo, Solvit Sexus aqui direto do outro lado do multiverso!